BATMAN/SUPERMAN: WORLD'S FINEST #50
















Batman justificou o motivo de tratar a Mulher-Gato com mais leniência em comparação aos outros criminosos clássicos da DC Comics.

A revelação ocorreu nas páginas de Batman/Superman: World's Finest #50, durante uma discussão filosófica entre o Cavaleiro das Trevas e o Superman.

Enquanto enfrentam o vilão Destiny no reino dos sonhos, o Homem-Morcego congela no campo de batalha ao se deparar com uma ilusão de Selina Kyle.

O Homem de Aço aproveita o momento para criticar a benevolência do colega com a ladra, alertando que esse tratamento diferenciado define um péssimo exemplo para os jovens aprendizes de vigilantes em Gotham City.

Em resposta, o Batman argumenta que existem níveis fundamentais de criminalidade e que as suas prioridades variam de acordo com a natureza de cada inimigo.

O herói reconhece os delitos cometidos pela Mulher-Gato, mas compreende que ela não é movida por pura maldade, possuindo limites morais que a diferenciam de assassinos cruéis.

Superman defende a sua visão otimista de que "sempre há uma chance de redenção", mas o detetive discorda de forma contundente.

Batman argumenta que certos antagonistas não possuem alma, empatia ou qualquer capacidade interna de mudança.

Para ilustrar a diferença clara em relação à Mulher-Gato, o herói lista oficialmente os três vilões mais malignos e completamente irrecuperáveis da editora: o Coringa, o demônio Nezha e a entidade cósmica Eclipso.

O Homem-Morcego explica que o Palhaço do Crime rejeita qualquer motivação além da aniquilação e do caos absoluto, utilizando a reabilitação apenas como parte de suas piadas sádicas.

Já as ameaças de Nezha e Eclipso são caracterizadas por uma malícia inerente e ancestral, enxergando a vida de seres inocentes apenas como combustível e ferramentas para a corrupção cósmica.

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